Rui e o jornalismo

Desde as primeiras publicações da época estudantil, Rui Barbosa manteve o hábito de fazer das inúmeras redações pelas quais passou uma trincheira em defesa da justiça e da liberdade, uma tribuna para discutir os grandes problemas políticos, econômicos e sociais do país. 1868 - Estréia no jornal político e literário A Independência. Colabora também em O Ipiranga e é eleito redator-chefe da Imprensa Acadêmica. 1869 - Funda o Radical Paulistano. 1872 - Torna-se redator-chefe do Diário da Bahia. Em junho de 1877, assume sua direção. Colabora para este jornal até 1881. 1880 - Sob o pseudônimo de Espectador, escreve no Jornal do Comércio (RJ). 1884 - É convidado a ocupar o posto de redator-chefe de O País (RJ). Chega a escrever durante três dias, mas afasta-se por ter-lhe sido negada a autonomia necessária. 1885 - Sob os pseudônimos de Lincoln e Grey, escreve uma série de artigos no Jornal do Comércio. 1888 - Envia artigos para a Gazeta de Notícias (RJ). 1889 - Inicia uma das suas mais brilhantes fases jornalísticas como redator-chefe do Diário de Notícias (RJ). 1893 - Em sociedade com Joaquim Lucio de Albuquerque Melo, compra o Jornal do Brasil (RJ). 1895 - Em 3/2 o Jornal do Comércio publica o primeiro dos seis ensaios que Rui Barbosa envia da Inglaterra, "O Processo do Capitão Dreyfus". Foram reunidos no ano seguinte no livro Cartas de Inglaterra. 1898 - Lança, em sociedade com o cunhado Carlos Viana Bandeira, A Imprensa (RJ). 1911 - Passa a colaborar no novo Diário de Notícias (RJ). 1923 - Ao morrer, deixa sobre a mesa, inacabado, seu último trabalho, "A Imprensa e o Dever da Verdade". "E jornalista é que eu nasci, jornalista é que sou, do jornalista não me hão de demitir enquanto houver imprensa, a imprensa for livre, e este resto de liberdade nos indicar que a pátria respira" Rui Barbosa




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