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discurso de agradecimento proferido na Biblioteca Nacional, quando
foi inaugurado busto em sua homenagem, Rui Barbosa enfatizou que
uma existência como a sua, vivida nos campos de batalha e tecida
com fios de ação combatente, extrapolava os limites do fazer literário:
"Como quer que se encare, boa ou má, é a de um missionário, é a
de um soldado, é a de um construtor. As letras nela entram apenas
como a forma da palavra, que reveste o pensamento, como a eloqüência,
que dobra o poder das idéias (...) como a condição de asseio que
lhe dá clareza às opiniões, que as dota de elegância, que as faz
inteligíveis e amáveis."
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