 |
| Sob
ameaça, o Congresso decreta anistia, comprometendo-se a acabar com
os castigos corporais. As armas são depostas, mas o governo retrocede
e manda prender os marinheiros, acusados de conspiração, que, apesar
dos protestos de Rui, são recolhidos à Ilha das Cobras. Uma nova rebelião
eclode em 9 de dezembro e aquela base naval é bombardeada, pondo fim
à sublevação. Dias depois, os presos são embarcados no navio "Satélite",
rumo ao Acre. Nas celas, restam 18 cadáveres. Em 10 de janeiro de
1911 ocorrem fuzilamentos a bordo do "Satélite". Do Senado, Rui denuncia
o massacre e exige a punição dos culpados. |
|