Sob o comando do marinheiro João Cândido, a tripulação dos encouraçados "Minas Gerais" e "São Paulo" amotina-se, com apoio dos marujos do "Barroso" e do "Bahia", exigindo aumento de soldo e fim dos castigos corporais a que eram submetidos. Conhecida como Revolta da Chibata, teve início na noite de 22 de novembro de 1910, quando os insurretos ameaçam bombardear o Rio de Janeiro.

  João Cândido, líder dos marinheiros rebelados, lê o decreto de anistia
Sob ameaça, o Congresso decreta anistia, comprometendo-se a acabar com os castigos corporais. As armas são depostas, mas o governo retrocede e manda prender os marinheiros, acusados de conspiração, que, apesar dos protestos de Rui, são recolhidos à Ilha das Cobras. Uma nova rebelião eclode em 9 de dezembro e aquela base naval é bombardeada, pondo fim à sublevação. Dias depois, os presos são embarcados no navio "Satélite", rumo ao Acre. Nas celas, restam 18 cadáveres. Em 10 de janeiro de 1911 ocorrem fuzilamentos a bordo do "Satélite". Do Senado, Rui denuncia o massacre e exige a punição dos culpados.
Rui Barbosa em uma sessão do Instituto dos Advogados Brasileiros Homenagem a Rui Barbosa por sua posse no Instituto dos Advogados Brasileiros
Quando Academia Brasileira de Letras, Rui Barbosa recebe convite para tornar-se membro fundador. Assume a cadeira número 10 e escolhe como patrono o político, jornalista e escritor Evaristo da Veiga. Onze anos depois, com a morte de Machado, assumiria a presidência da entidade em 3 de outubro de 1908, nela permanecendo até 1919, quando se desliga da ABL. Em setembro de 1922, por indicação de Medeiros e Albuquerque, a Academia proporia o nome de Rui Barbosa ao Prêmio Nobel de Literatura.

A caminho da homenagem pela posse no IAB, Rui, com parentes e amigos, deixa a casa da rua São Clemente
O corpo de Machado de Assis deixa a Academia Brasileira de Letras
Quando, em janeiro de 1897, Machado de Assis é eleito presidente da recém-fundada Academia Brasileira de Letras, Rui Barbosa recebe convite para tornar-se membro fundador. Assume a cadeira número 10 e escolhe como patrono o político, jornalista e escritor Evaristo da Veiga. Onze anos depois, com a morte de Machado, assumiria a presidência da entidade em 3 de outubro de 1908, nela permanecendo até 1919, quando se desliga da ABL. Em setembro de 1922, por indicação de Medeiros e Albuquerque, a Academia proporia o nome de Rui Barbosa ao Prêmio Nobel de Literatura. .
Rui Barbosa na Academia Brasileira de Letras
No dia 5 de novembro de 1914 Rui Barbosa é eleito presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros, ao qual se associara em 1911. Seu mandato, de doze meses, seria renovado no ano seguinte. Em 1917 receberia da instituição o título de presidente honorário.
Leia mais:      Biografia de Evaristo da Veiga
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