Em 15 de novembro de 1889, Deodoro da Fonseca cerca o prédio do Ministério da Guerra e exige a renúncia do Visconde de Ouro Preto. Avisado, D. Pedro II volta de Petrópolis. Mas já estava decretado o fim da Monarquia e instituída a República Federativa dos Estados Unidos do Brasil.

Uma das primeiras medidas do novo governo foi determinar o banimento da Família Real. Em mensagem expedida em 16 de novembro, D. Pedro II tinha 24 horas para deixar o país. Apático, o Imperador acatou a ordem e naquela mesma noite embarcava para Lisboa.


Quando foi afinal promulgada, a 24 de fevereiro de 1891, a primeira Constituição republicana, pouco alterada ao longo dos debates legislativos, trazia a marca indelével das contribuições de Rui Barbosa. Deve-se a ele o figurino federativo e presidencial que a República assumiu.


Em setembro de 1893 eclode a Revolta da Armada. Liderados pelo Almirante Custódio de Melo, navios tomam a Baía de Guanabara e apontam seus canhões para a Capital Federal.

No exílio, recebe a notícia de que Floriano lhe cassara as honras de general-de-brigada, concedidas durante o Governo Provisório. dentificado com o liberalismo político britânico, fixa residência em Londres. Somente em 1895, no governo de Prudente de Morais, Rui regressaria ao Brasil, desembarcando no Rio de Janeiro no final do mês de julho.

Retomando as atividades profissionais e parlamentares, no dia 24 de agosto de 1895 Rui Barbosa comparece ao Senado pela primeira vez depois da volta do exílio. Em discurso sobre a pacificação do Rio Grande do Sul, pede anistia para os revolucionários federalistas. Ainda nesse ano, Rui Barbosa vai bater-se por uma anistia ampla que beneficiasse todos os punidos por Floriano Peixoto.
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