Desde
os tempos de estudante Rui Barbosa participou ativamente de campanhas
pelo fim do trabalho escravo. Fosse por meio da imprensa, em associações
abolicionistas ou na tribuna, não cessava de combater o que julgava
uma abominação moral e entrave ao progresso. Na Loja América, sociedade
maçônica à qual se filiou em 1868, propôs a alforria, pelos maçons,
de crianças do sexo feminino nascidas em cativeiro. Em 1885, quando
são emancipados os escravos com mais de 65 anos, Rui protesta, pois
o Projeto
Dantas, que ele redigira, tinha maior abrangência.
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