
á estamos quase na reta final para a comemoração dos nossos 500 anos. Como
nos propusemos no início dos trabalhos, estamos, a cada número,
compondo o cenário de um período glorioso. Um cenário repleto de
pioneirismo e coragem, onde homens saem de seus lares para se aventurar
em busca do desconhecido e ajudar a escrever a história da humanidade.
Nesta edição, a revista online "Cabral, o Viajante do Rei" aborda, em duas
matérias, a importância da arte portuguesa no período dos Descobrimentos
e sua relação com a retratação do fato histórico, embutido de questões
sociais, políticas e religiosas.
Para nós, editores, a cada edição da revista, mais cresce o fascínio pela
vida deste homem que, penetrando no
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desconhecido, começou a história
oficial da nossa terra.
Na seção "Novo Mundo", Max Justo Guedes e Jorge Couto mostram como foram
representados os nossos índios na arte portuguesa logo depois do
Descobrimento do Brasil. Na seção "País Descobridor de Mundos", podemos
conhecer um pouco da sociedade daquela época através de diversas
representações artísticas.
Para as crianças, uma história que parece história para crianças: a pureza
dos índios que, diante do colonizador que veio de longe, mostraram
tranqüilidade para dormir no navio do comandante! E como este teria se
enternecido com tal atitude despojada de defesa... Já para gente grande,
o mesmo fato é abordado da seção "Viagem", no texto sobre a estada da
armada de Cabral em terras brasileiras.
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Leia ainda, nas seções "Terra Natal" e "Casa de Cabral", duas histórias
diferentes: uma lenda sobre o Castelo de Belmonte e a história de São Frei
Gil de Santarém, cuja vida retrata a disputa entre o Bem e o Mal.
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