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PELO DIREITO DE VOTAR: A PRIMEIRA LUTA FEMINISTA
CAI A DITADURA E O FEMINISMO GANHA FORÇA NO BRASIL
MOVIMENTO E PENSAMENTO NA LUTA EM DEFESA DA MULHER


Um feminismo sem liberdade de expressão

A chamada “segunda onda feminista” no Brasil tem início a partir da década de 1970, por influência direta dos movimentos surgidos no Primeiro Mundo, cerca de 10 anos antes, em especial nos Estados Unidos e na Europa.




Artigo em jornal brasileiro
anuncia possível fim das
conquistas femininas nos EUA.

 


Entretanto, ao contrário da liberdade de expressão que havia por lá, aqui o clima era de repressão, por causa do regime militar instaurado em 1964 no País.

Os exilados políticos brasileiros, enquanto viveram no exterior, tiveram contato com as intensas transformações que estavam ocorrendo no Hemisfério Norte.

As mulheres, em especial as radicadas na França, participavam ativamente do movimento feminista que se desenvolvia a todo vapor naquele país.

E esses homens e mulheres, a maioria intelectuais, estavam também intimamente ligados à movimentação que começava a ganhar força no Brasil e que iria, posteriormente, culminar com o envolvimento de grupos feministas na luta pela anistia, por meio do Movimento Feminino pela Anistia, liderado por Terezinha Zerbini.

Em 1975, acontece o Ano Internacional da Mulher, decretado pela Organização das Nações Unidas (ONU), que, por um motivo singular, torna-se-ia um marco na luta das mulheres brasileiras.

Nesse mesmo ano, algumas intelectuais brasileiras, em especial as cariocas, reúnem-se para realizar um evento na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), intitulado “O Papel e o Comportamento da Mulher na Realidade Brasileira”.

Essa iniciativa é tida como fundamental para o surgimento do primeiro grupo feminista do País, no contexto da segunda onda feminista, com o nome de “Centro da Mulher Brasileira”.
Também resultou no nascimento de diversos veículos de imprensa voltados para a causa e outros grupos posteriores.

 





Biografia de Nísia Floresta, escrita por Adauto da Câmara, em 1940.

Antes da retomada do feminismo, na década de 1970, porém, as idéias de Nísia Floresta já ampliavam seu alcance, com a publicação, em 1933, de “Fany ou o Modelo das Donzelas”, como parte do livro “Mulheres Farroupilhas”, de Fernando Osório.