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| A Corte Portuguesa transfere-se para o Brasil, fixando-se no Rio de Janeiro |
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Nasce Dionísia
Gonçalves Pinto
em 12 de outubro
no Sítio Floresta,
em Papari, RN. |
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| Casa-se pela primeira vez, aos 13 anos. |
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1824
Muda-se para Papari, indo viver com a família em Pernambuco, onde morou nas cidades de Goiana, Olinda e Recife. |
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Seu pai é
assassinado
em Recife.
Nísia passa a
residir com
Manuel Augusto
de Faria Rocha,
seu segundo
companheiro e
pai de seus filhos. |
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Nasce
Lívia Augusta
de Faria Rocha,
sua primeira
filha. |
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Inicia-se nas letras,
publicando artigos
no jornal “Espelho das Brasileiras”.
Nasce seu segundo
filho, que morre
recém-nascido. |
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Publica seu primeiro livro, “Direitos das Mulheres e Injustiça dos Homens”. Muda-se com Manuel Augusto, a filha, sua mãe e as irmãs para Porto Alegre. |
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Nasce seu filho, Augusto Américo de Faria Rocha.
Morre seu companheiro, Manuel Augusto, aos 25 anos. |
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| Transfere-se com os filhos, a mãe e suas irmãs para o Rio de Janeiro. |
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É publicado no
“Jornal do Comércio"
o anúncio de
inauguração do
Colégio Augusto. |
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| É publicada a terceira edição de “Direitos das Mulheres e Injustiça dos Homens”, no Rio de Janeiro. |
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| É publicada no “Jornal do Comércio” a lista das alunas que receberam menções honrosas do Colégio Augusto. Publicam-se diversas críticas anônimas ao Colégio Augusto, no “Jornal do Comércio”. |
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| O jornal “O Mercantil” publica matéria ironizando o fato de o Colégio Augusto ter aulas de latim em seu currículo. São publicados os livros “Daciz ou a Jovem Completa”, ‘‘Fany ou o Modelo das Donzelas” e “Discurso que às suas Educandas Dirigiu Nísia Floresta”. |
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É publicada a primeira edição de “A Lágrima de um Caeté”. Sua filha, Lívia Augusta, cai de um cavalo e, por recomendação médica, a escritora se muda com ela e o filho mais novo para a Europa. Chega à Europa pela primeira vez, fixando-se primeiramente em Paris. |
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| É publicado em Niterói “Dedicação de uma Amiga”. |
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Assiste às conferências do Curso de História Geral da Humanidade, ministradas por Auguste Comte. Viaja por Portugal durante seis meses. |
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| Chega ao Rio de Janeiro, vinda de Lisboa. O "Jornal das Senhoras" saúda sua chegada. |
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É publicado “Opúsculo Humanitário”. |
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É publicado as crônicas “Páginas de uma Vida Obscura” e "Passeio ao Aqueduto da Carioca". Morre sua mãe, Antônia Clara Freire. Trabalha como voluntária na Enfermaria do Hospital de Nossa Senhora da Conceição, no Rio de Janeiro, em socorro às vítimas da febre amarela. |
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| É publicada a crônica “O Pranto Filial”, no jornal “O Brasil Ilustrado”, e o livro de versos “Pensamentos”. Embarca pela segunda vez rumo à Europa. |
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É uma das quatro mulheres que acompanham o cortejo fúnebre no enterro de Auguste Comte. É publicado em Paris “Itinéraire d'un Voyage en Allemagne”. |
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| Publica “Consigli a Mia Figlia”, tradução para o italiano de “Conselhos à Minha Filha”, realizada por ela própria, e viaja por Roma, Nápoles, Florença, Veneza, Verona, Milão, Turim, Livorno, Pádua, Mântua, Pisa, Mombasilio e Mandovi. |
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“Consigli a Mia Figlia” é recomendado pelo bispo de Mandovi para uso nas escolas de Piemonte. É publicada a tradução para o francês de “Conselhos à Minha Filha”. Publica em Florença “Scintille d'un'Anima Brasiliana”. |
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Instala-se em Florença e publica a edição italiana de “A Lágrima de um Caeté”. |
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Regressa
s Paris |
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| Publica “Le Brésil” e, em função dos conflitos da Comuna em Paris, deixa a cidade. |
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| Sai o segundo volume de “Trois Ans en Italie, Suivis d'un Voyage en Grèce”. A revista “O Novo Mundo”, de Nova York, publica extensa matéria sobre Nísia Floresta, tornando-a ainda mais conhecida. Volta pela segunda vez ao Brasil. |
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Retorna para a Europa |
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Publica seu último livro, “Fragments d'un Ouvrage Inèdit: Notes Biographiques”, em Paris. Muda-se para Rouen e depois para Bonsecours. |
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Morre em Bonsecours, de pneumonia. |
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Seus despojos são trazidos ao Brasil e enterrado próximo ao Sítio Floresta. Recebe várias homenagens. |
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