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Uma noite de chuva e a despedida das letras

Em 24 de abril de 1885, uma quarta-feira de muita chuva, às 21 horas, Nísia Floresta morria, vitimada por uma pneumonia, em Bonsecours, arredores de Rouen, na França, último local onde morou, deixando um legado de 15 obras publicadas.



Atestado de óbito de Bonsecours,
datado em 24 de abril de 1885

 

O corpo foi enterrado no cemitério da própria localidade, que na época era apenas um distrito de Rouen.

Rouen foi a capital da Normandia e o local onde a heroína da Guerra dos Cem Anos, Joana D’Arc, foi queimada viva.

A morte da escritora só foi anunciada no Brasil algumas semanas depois, e o registro encontra-se em alguns dos principais jornais da época.

 

A imprensa faz ampla cobertura da volta do corpo de Nísia Floresta para o Brasil, desde a descoberta do túmulo, na França, até a chegada dos despojos ao Recife.

Encenação da cerimônia de sepultamento dos despojos de Nísia, em 1954.  

Em 1954, décadas mais tarde, houve uma mobilização no sentido de se transferir o corpo para o Brasil e, em 5 de setembro do mesmo ano, os despojos da brasileira desembarcavam no Recife, seguindo para Natal, onde foram recebidos com diversas homenagens e cobertura da imprensa nacional.


 

                                                     Selo dos Correios lançado em                                                      1954, alusivo à volta dos                                                      despojos de Nísia ao Brasil,
                                                     em 1954 .




De Natal, o ataúde foi levado para Papari, que já havia mudado de nome para “Nísia Floresta”, em homenagem à filha ilustre do município.
Lá, foi enterrado no mausoléu construído em memória da escritora, próximo de onde ficava a casa do Sítio Floresta, seu local de nascimento.

 

Mausoléu localizado no município
de Nísia Floresta, onde estão os
restos mortais da escritora.


Nísia Floresta não deixou netos, portanto, não há descendentes seus.
A filha, Lívia Augusta, morreu em 1912 e também foi enterrada no cemitério de Bonsecours, na França, junto ao corpo da mãe, que ainda não havia sido transferido para o Brasil.

 




Folheto em homenagem à escritora, distribuído na ocasião da volta do corpo para o Brasil.

Augusto Américo falecera antes, em 1889, sendo lembrado sempre por sua atuação no magistério como diretor de dois importantes colégios no Rio de Janeiro, o Santo Agostinho e o Augusto.
Este último, de nome igual ao que pertencera à sua mãe, teve entre seus alunos o presidente Washington Luis.


Documento emitido pelo
serviço funerário de Rouen,
na França, para a liberação
do corpo.