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NÍSIA E OS JARDINS BALSÂMICOS DA RISONHA FLORESTA
COMEÇAM AS REBELIÕES
EM OLINDA, NÍSIA CONHECE MANUEL AUGUSTO
UM CASAL FELIZ, DOIS FILHOS PEQUENOS E UMA FATALIDADE
OS FARRAPOS E A GUERRA NO SUL
DA CAPITAL DO IMPÉRIO PARA O BERÇO DO ILUMINISMO
NO PALAIS CARDINAL, O FILÓSOFO QUE CONTESTOU A METAFÍSICA
UMA NOITE DE CHUVA E A DESPEDIDA DAS LETRAS


Nísia Floresta escrevia. Sobre a escravidão, o sofrimento do índio e também as belezas de seu país. Mas, acima de tudo, sobre a mulher e a opressão vivida pelo sexo feminino.

Na verdade, tudo que Nísia Floresta escreveu foi para defender as causas nas quais ela acreditava, mais que por aspiração literária. E, ainda assim, tornou-se uma das maiores autoras de seu tempo.

É dona de uma trajetória intensa. Nasceu em Papari, no Rio Grande do Norte. Conheceu o grande amor em Olinda, Pernambuco. Ficou viúva em Porto Alegre. E, no Rio de Janeiro, fundou um colégio revolucionário para meninas.

O colégio, assim como os livros, era para exercer sua militância. Lutava por uma educação igualitária: às mulheres o conhecimento e não apenas o bordado.

Na Europa, consagrou-se, estabeleceu amizade com grandes intelectuais e residiu em vários países. Morreu na França, em 1885, após 75 anos vividos e 15 obras publicadas, além de incontáveis artigos na imprensa brasileira.