Em 1997, completaram-se 150 anos do nascimento de um dos maiores nomes da literatura brasileira em todos os tempos: Antônio Frederico de Castro Alves, o Poeta dos Escravos, do Povo, da Liberdade.
Para homenagear Castro Alves, no ano do seu sesquicentenário de nascimento, o Governo do Estado da Bahia, a Fundação Banco do Brasil e a Organização Odebrecht uniram esforços, buscando ampliar a divulgação da obra do poeta.
A Fundação Banco do Brasil, empenhada em contribuir para manter viva a memória nacional, idealizou o Projeto Memória, através do qual homenageia personalidades e celebra fatos históricos que marcaram a vida do nosso país.
A Organização Odebrecht, desde 1959, patrocina pesquisas
que promovem o resgate de valores culturais e a preservação
do patrimônio histórico e artístico dos países em que atua.
Essa convergência de objetivos deu vez à formação de uma parceria,
fortalecida pela presença do Governo da Bahia.
Pesquisadores, escritores, artistas plásticos, músicos, cenógrafos,
atores, bailarinos, estimulados e patrocinados pelas três
instituições, integraram-se com entusiasmo no resgate da obra e da história do poeta baiano.
O resultado dessa união foi o surgimento de uma
oportunidade para o Brasil reencontrar Castro Alves, por
meio da música, da dança, do teatro, das artes plásticas,
da reedição de sua poesia, do relato de sua vida.
A presente obra é um dos instrumentos
concebidos com o objetivo de contribuir para o êxito
desse reencontro. Trata-se, mais precisamente, de um veículo
destinado a aproximar o poeta e a juventude. É a ela afinal,
que Castro Alves, acima de tudo, pertence.
Que o conteúdo deste site nos ajude a perceber toda
a riqueza - toda a paixão! - contida na poesia de Castro
Alves. Para tanto, estamos convictos do que escreveu Jorge Amado:
"Seja onde for que haja jovens, corações
pulsando pela humanidade, em qualquer desses corações encontrarás Castro Alves."